
27 de dez. de 2011
Vozes

6 de ago. de 2011
Amanhecer total

27 de jul. de 2011
Epifania

19 de jul. de 2011
16 de jul. de 2011
6 de jul. de 2011
Abre asas e ruma ao fogo

4 de jul. de 2011
Mácula
29 de jun. de 2011
Loucuras inconvencionais de um espetáculo
25 de jun. de 2011
Verdade seja dita...

16 de jun. de 2011
Monólogo da Metáfase

15 de jun. de 2011
Sobre caras e escaras

14 de jun. de 2011
Epifania sobre o Medo

8 de jun. de 2011
1 de jun. de 2011
A arte da caça
31 de mai. de 2011
A arte do sussurro

29 de mai. de 2011
27 de mai. de 2011
Hide and Seek


24 de mai. de 2011
Cabron!

Ande rapaz, mova-te dessa estrebaria imunda
19 de mai. de 2011
O rio é meu, do Nilo ao Niágara

17 de mai. de 2011
Quinhentas milhas

Tente resolver, uma opção pode escolher

14 de mai. de 2011
Isodensidade
11 de mai. de 2011
Um brinde para a insanidade

Olhar nesta rua vazia,vazia minh'alma falida
Não saber analisar o prognóstico da minha vida
Mundo meu que exclama em grande lamúria
Grunhindo junto aos ratos, ratos , ratos na via
Séries de pessoas me apresentam soluções
Medos, travessuras, viagens e invenções
Mirabolantes mentes conspiram contra mim
Mirabolantes mentes conspiram contra mim
Nesta travessia
Já não vejo os mesmos rostos
Daqueles que me atormentavam, no camarim
Mas que tornam essa parábola, a unica, a unica, a unica
Sem fim
Estas vestes que limitam o móvel, mover,
Move-se, outrora minha luta contra quem não é
Deixa de ser ou se faz prevalecer
Eles tem perseguido-me, eles tem feito-me correr
Colocou em mim a semente da astúcia
E as verdades são mentiras
Não confio em ninguém, ninguém, ninguém
Nem na antiga Rússia
Aquele remédio a quem me atiras...
A gente vende e compra duas liras
Lira, lira me diga...
Eu não sei, não sei... não sei
O que estão falando, talvez sejam loucos
As vozes ecoam, é a lei
Deixem elas voareeem, meu correio é alado
Voa, voa, pequenina, voa...
Peguem eles, os inimigos irão sofrendo
E sigo ainda dizendo, que a loucura tomou a eles
Porque tentam me segurar
Se estiver louco doutor, doutor, doutor
Pode falar
Mas verdade seja dita, se sei o que é Guernica
E nem me escondo pra falar, me veja três copos e alho
Que é bebida pra se celebrar
9 de mai. de 2011
O paradigna matriarcal e a perspectiva de um filho dividido
Peças certas em momentos certos

♟
É verdade imutável, a consciência do homem é algo divino e arbitrário.
E esse se não for divino decorre da consciência racional do ser.
A arbitrariedade projeta o teológico no científico.
A liberdade projeta o científico no teológico.
O teológico é permanente e exclusivo.
O científico é informal e anárquico.
Anarquia da coerção humana.
Anarquia não da ausência de poder.
Elementos opostos que não podem ser unidos.
Tampouco separados.
Porque se completam.
Lado a lado.
Numa competição desvairada.
Que une visões diferentes.
Mas que resultam em firmamento.
Firmamento para a liberdade.
Liberdade do ser.
Numa peça,
Só.
♟
Não deixe fatos consumados colocarem tua cabeça de encontro ao chão
Que terminam por abalar a tua estrutura.
Que não te elevam à altura
Sejas tu Rei ou Peão.
Tweet This5 de mai. de 2011
Cantiga do Menestrel

4 de mai. de 2011
Como diamantes no céu

25 de abr. de 2011
Prólogo da lenda dos doze lobos



assim o homem compreendeu que o que fazia em vida, fazia com que seus lobos uivassem pela eternidade. Como uma alcatéia de lobos famintos por seus conhecimentos e anseios, e é exatamente o que queriam do homem, atitude suficiente e determinativa.




