
Olhar nesta rua vazia,vazia minh'alma falida
Não saber analisar o prognóstico da minha vida
Mundo meu que exclama em grande lamúria
Grunhindo junto aos ratos, ratos , ratos na via
Séries de pessoas me apresentam soluções
Medos, travessuras, viagens e invenções
Mirabolantes mentes conspiram contra mim
Mirabolantes mentes conspiram contra mim
Nesta travessia
Já não vejo os mesmos rostos
Daqueles que me atormentavam, no camarim
Mas que tornam essa parábola, a unica, a unica, a unica
Sem fim
Estas vestes que limitam o móvel, mover,
Move-se, outrora minha luta contra quem não é
Deixa de ser ou se faz prevalecer
Eles tem perseguido-me, eles tem feito-me correr
Colocou em mim a semente da astúcia
E as verdades são mentiras
Não confio em ninguém, ninguém, ninguém
Nem na antiga Rússia
Aquele remédio a quem me atiras...
A gente vende e compra duas liras
Lira, lira me diga...
Eu não sei, não sei... não sei
O que estão falando, talvez sejam loucos
As vozes ecoam, é a lei
Deixem elas voareeem, meu correio é alado
Voa, voa, pequenina, voa...
Peguem eles, os inimigos irão sofrendo
E sigo ainda dizendo, que a loucura tomou a eles
Porque tentam me segurar
Se estiver louco doutor, doutor, doutor
Pode falar
Mas verdade seja dita, se sei o que é Guernica
E nem me escondo pra falar, me veja três copos e alho
Que é bebida pra se celebrar
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