9 de mai. de 2011

O paradigna matriarcal e a perspectiva de um filho dividido


Um conjunto sem distorções
Comporta os três, e suas convicções
Nada dissipa a magia que os unta
Nada separa esta mágoa da angústia

Não se sabe o que um deles tormenta
Outro se sabe que foi sua recente a perda avarenta
Do amor de uma vida, no clamor de sua voz
Outro se sabe, não é nada

Não é nada que interesse,
Nada que sejamos capazes de compreender
Nada que nossa mente fútil não venha,
Com seu intelecto torpe, a distorcer

Cada um descreve seus temores com seus casos
Casos de amor e guerra
De uma vida sem encantos

Vida esta que eles sabem
Não há real significado
Se ao que tiveres, nenhum valor for agregado.
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