NOTA: esta leitura é melhor aproveitada se feita enquanto se ouve esta música:


gora vejo, neste vale, nestes campos amarelos, que até ao longe vão, permaneço atento aos teus passos, assim como sempre o fiz. Sei que escutas a essa melodia celestial como a quem suspira ao acordar para mais um dia. Luto com todas as minhas forças pra também ver o que reserva o futuro. Não pertenço a esta ordem, mas sigo atentamente os passos daqueles que me zelam, nem todas as sementes são frágeis para serem guardadas por frutos. Muitas vezes os frutos protetores são tão fracos que se esfacelam no impacto, neste lugar me sinto livre pra imaginar o que há após os vales verdes
Após os riachos puros e as Florestas das lamúrias.

alvez seja nestes lagos, que eu deva contar a lenda dos doze lobos. Lobos divididos em suas ordens internas, os de primeira ordem seguiam os preceitos, que cada homem leva na sua cabeça e no coração. Seis deles carregam os seis elementos principais para a verdadeira natureza. Os outros seis carregam os elementos que instigam o ocultismo da alma, tudo aquilo que ao alcance do teu toque for inevitável, se tornará funesto. Esses são os doze lobos da alma interior. Precisava distinguir a real diferença entre eles, e o homem em constante dúvida foi interrompida, dizia o homem das montanhas, que não sabia a diferença entre os seis lobos bons e os maus. Até que seu mestre, mostrou que não bastava conhecer os lobos e suas verdades, seu mestre mostrara que a escolha dos lobos seria justamente, aqueles que ele alimentaria na vida.
assim o homem compreendeu que o que fazia em vida, fazia com que seus lobos uivassem pela eternidade. Como uma alcatéia de lobos famintos por seus conhecimentos e anseios, e é exatamente o que queriam do homem, atitude suficiente e determinativa.Música: The Gael - Royal Scots Dragoon Guards
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