
31 de mai. de 2011
A arte do sussurro

29 de mai. de 2011
27 de mai. de 2011
Hide and Seek


24 de mai. de 2011
Cabron!

Ande rapaz, mova-te dessa estrebaria imunda
19 de mai. de 2011
O rio é meu, do Nilo ao Niágara

17 de mai. de 2011
Quinhentas milhas

Tente resolver, uma opção pode escolher

14 de mai. de 2011
Isodensidade
11 de mai. de 2011
Um brinde para a insanidade

Olhar nesta rua vazia,vazia minh'alma falida
Não saber analisar o prognóstico da minha vida
Mundo meu que exclama em grande lamúria
Grunhindo junto aos ratos, ratos , ratos na via
Séries de pessoas me apresentam soluções
Medos, travessuras, viagens e invenções
Mirabolantes mentes conspiram contra mim
Mirabolantes mentes conspiram contra mim
Nesta travessia
Já não vejo os mesmos rostos
Daqueles que me atormentavam, no camarim
Mas que tornam essa parábola, a unica, a unica, a unica
Sem fim
Estas vestes que limitam o móvel, mover,
Move-se, outrora minha luta contra quem não é
Deixa de ser ou se faz prevalecer
Eles tem perseguido-me, eles tem feito-me correr
Colocou em mim a semente da astúcia
E as verdades são mentiras
Não confio em ninguém, ninguém, ninguém
Nem na antiga Rússia
Aquele remédio a quem me atiras...
A gente vende e compra duas liras
Lira, lira me diga...
Eu não sei, não sei... não sei
O que estão falando, talvez sejam loucos
As vozes ecoam, é a lei
Deixem elas voareeem, meu correio é alado
Voa, voa, pequenina, voa...
Peguem eles, os inimigos irão sofrendo
E sigo ainda dizendo, que a loucura tomou a eles
Porque tentam me segurar
Se estiver louco doutor, doutor, doutor
Pode falar
Mas verdade seja dita, se sei o que é Guernica
E nem me escondo pra falar, me veja três copos e alho
Que é bebida pra se celebrar
9 de mai. de 2011
O paradigna matriarcal e a perspectiva de um filho dividido
Peças certas em momentos certos

♟
É verdade imutável, a consciência do homem é algo divino e arbitrário.
E esse se não for divino decorre da consciência racional do ser.
A arbitrariedade projeta o teológico no científico.
A liberdade projeta o científico no teológico.
O teológico é permanente e exclusivo.
O científico é informal e anárquico.
Anarquia da coerção humana.
Anarquia não da ausência de poder.
Elementos opostos que não podem ser unidos.
Tampouco separados.
Porque se completam.
Lado a lado.
Numa competição desvairada.
Que une visões diferentes.
Mas que resultam em firmamento.
Firmamento para a liberdade.
Liberdade do ser.
Numa peça,
Só.
♟
Não deixe fatos consumados colocarem tua cabeça de encontro ao chão
Que terminam por abalar a tua estrutura.
Que não te elevam à altura
Sejas tu Rei ou Peão.
Tweet This5 de mai. de 2011
Cantiga do Menestrel

4 de mai. de 2011
Como diamantes no céu

