Nota: Para se compreender inteiramente esta leitura é aconselhável escutar esta música:

E se na equidade do ser, eu encontrar o equilíbrio da alma?
E se na verdade do saber, eu lutar com a paz e não com armas?
E se eu lançar o amor, sem me preocupar com o que me pode refletir?
E se eu acabar por me machucar, mesmo não podendo resistir?
E se eu forjar verdades, mescladas com justiça e autopiedade?
E se eu necessitar de um ombro, movendo sorrisos de saudade?
E se eu te dizer que não sei qual o motivo, daquilo que sinto mas não vejo?
E se eu não souber falar aquilo que não sinto , mas sei quando almejo?
E se os homens levassem nos códigos genéticos as memórias?
E se eu soubesse prever as batalhas e os heróis só me dessem glorias?
E se eu percebesse, que meus tratados não são nada além do mais?
E se eu tivesse chance, mesmo que os caminhos fossem todos tortuosos e desiguais?
E se eu cansasse de querer entender, parasse de escrever e tentasse ao menos fazer?
E se toda frustração fosse embora e agora a única voz é a que o futuro passou a escrever?
E se eu dedicasse uma canção aos que me escutam, e aos que me protegem?
E se fosse real, tudo aquilo que minha mente quer que me revelem?
Pois é, pois é
E seria completamente motivante, parar de fazer perguntas e simplesmente responder de forma elegante
Música: Amazon Rainforest Relaxation
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